
Infertilidade inexplicada e abortos espontâneos são dois dos sintomas menos falados da Doença Celíaca. A DC pode afectar a fertilidade, a gravidez e o ciclo reprodutivo feminino ao longo da vida.
É nas mulheres que a doença celíaca provoca mais alterações no sistema reprodutivo, contudo - ainda que numa percentagem muito reduzida -, a DC também tem prevalência em homens com esta condição.
Vários estudos sobre a infertilidade inexplicada nas mulheres, por exemplo quando não há infertilidade do parceiro ou obstrução tubular, referem a doença celíaca como a causa, em 4% a 8% dos casos.
A doença pode induzir atrasos no aparecimento da menarca (primeira menstruação), amenorreia secundária (ausência de menstruação durante três ou mais meses), e uma menopausa precoce, que pode chegar dois a três anos mais cedo do que o normal.
Estas alterações e a elevada incidência de abortos espontâneos, outro dos sintomas, contribuem para que as mulheres com doença celíaca tenham filhos mais tarde. Contudo a DC não tem apenas efeitos nas mães. Os bebés também são atingidos.
Os efeitos mais comuns referidos nos estudos são retardamento do crescimento fetal intra-uterino, parto pré-termo (prematuro), risco de nascimento por cesariana, bebés com baixo peso e reduzido período de amamentação.
Algumas destas consequências podem ser corrigidos por uma dieta isenta de glúten, até hoje a única “medicação” eficaz para a doença. Muitas mulheres após cerca de nove meses a fazer uma dieta sem glúten engravidam, têm bebés com peso normal e um período de amamentação regular.
A doença pode induzir atrasos no aparecimento da menarca (primeira menstruação), amenorreia secundária (ausência de menstruação durante três ou mais meses), e uma menopausa precoce, que pode chegar dois a três anos mais cedo do que o normal.
Estas alterações e a elevada incidência de abortos espontâneos, outro dos sintomas, contribuem para que as mulheres com doença celíaca tenham filhos mais tarde. Contudo a DC não tem apenas efeitos nas mães. Os bebés também são atingidos.
Os efeitos mais comuns referidos nos estudos são retardamento do crescimento fetal intra-uterino, parto pré-termo (prematuro), risco de nascimento por cesariana, bebés com baixo peso e reduzido período de amamentação.
Algumas destas consequências podem ser corrigidos por uma dieta isenta de glúten, até hoje a única “medicação” eficaz para a doença. Muitas mulheres após cerca de nove meses a fazer uma dieta sem glúten engravidam, têm bebés com peso normal e um período de amamentação regular.